Executiva Nacional do PDT sai em defesa de Brizola


Por Max Monjardim
18/04/2017

Nota de Repúdio

A covardia dos delatores, promovida pela grande imprensa brasileira, é revoltante. Um deles, na semana passada, afirmou que a construção do Sambódromo, ainda em 1984, teria rendido propina à gestão do então governador Leonel Brizola, durante seu primeiro mandato à frente do Estado do Rio.

Brizola nos deixou há exatos 13 anos. Foi, sem dúvidas, o político brasileiro que teve a vida mais vasculhada por seus inimigos – a ditadura militar e setores da grande imprensa. Acusar, de forma deliberada, sem apresentar qualquer tipo de prova, quem não está mais aqui para se defender é, no mínimo, um desrespeito.

Importante ressaltar que o delator que fez a afirmação nem trabalhava na empresa quando a obra foi finalizada, em maio de 1984. Conforme foi comprovado nas redes sociais, ele iniciou sua carreira criminosa na empresa mais de um ano depois, portanto, não teria como saber absolutamente nada sobre o processo das obras.

Vamos mais longe: as grandes obras de infraestrutura experimentadas pelo Estado do Rio, durante as duas gestões de Brizola – Sambódromo, Linha Vermelha e os Cieps, por exemplo – ficaram com seus preços de conclusão em média 30% abaixo do inicial.

Brizola sofreu em vida a maior perseguição política da história do Brasil. Atacaram sua honra, sua família, e em vida, se defendeu de todas as calúnias ao qual foi submetido. Com coragem, sem medo de colocar o dedo na ferida daqueles que o atacavam. Não será depois de morto que um corrupto irá macular sua imagem de homem público.

 

Executiva Nacional do PDT