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Hora de acelerar as mudanças e derrubar os juros

Amanhã (29/5) e depois, os burocratas do Copom se reúnem novamente em Brasília para decidir sobre a taxa básica de juros da economia, a Selic. A expectativa do mercado é que a taxa, atualmente em 9%, caia para 8,5%.

Só para lembrar, o governo Dilma recebeu a taxa de juros em 8,75% e elevou-a rapidamente, chegando a 12,5% em julho do ano passado. Assim como aconteceu durante o governo Lula, o movimento sindical pressionou pela constantemente pela queda dos juros. A essa pressão, juntou-se o baixo crescimento da indústria e o baixo PIB do ano passado, levando o governo a iniciar uma trajetória de queda na Selic.

O movimento sindical vê espaço para uma queda significativa nos juros. Defendemos isso para que o País, como a maioria dos países do Mundo, passe a privilegiar a produção e não os ganhos com o mercado financeiro. É um absurdo que continuemos dando dinheiro aos banqueiros enquanto temos tantas áreas carentes de desenvolvimento e enquanto o nível médio salarial do país é ainda tão baixo.

O nível de desemprego anunciado em abril, de 6%, é muito positivo e mostra que nosso mercado interno tem ampla capacidade de sustentar um crescimento maior de nossa economia. Porém, também é dado recente que o ganho dos profissionais com curso superior caiu ao invés de subir.

Isso vem a reforçar nossa defesa de que precisamos de um desenvolvimento de maior qualidade. A queda significativa dos juros é condição fundamental para um crescimento qualificado, com inovação tecnológica e altos salários, como quer o trabalhador brasileiro.

BOLETIM DO SINDICALISTA

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