Ele não foi presidente, mas sua luta pelos ideais nacionalistas e populares o igualam no Panteão do Trabalhismo. Lá chegou nos braços e no carinho do povo, na ensolarada tarde de quinta-feira, 24 de junho de 2004, para ficar eternamente ao lado de Vargas e João Goulart. Acompanhado de enorme multidão por onde passava, saiu do Rio de Janeiro, onde morreu, foi velado no Palácio Guanabara, passou pelo CIEP Tancredo Neves, do Catete, e depois percorreu Porto Alegre e de lá seguiu seu destino final, a Terra dos Presidentes e Berço do Trabalhismo, São Francisco de São Borja, Rio Grande do Sul, quase fazendo fronteira com a Argentina.

Quem foi Brizola

 

Uma biografia
Pedetista defendeu o apoio estatal às empresas nacionais
Radical e apaixonado
O inimigo número 1 da ditadura militar
CIEPs e Sambódromo - Suas marcas no Rio