O SR. LEONEL BRIZOLA Obrigado. Companheiro Ciro Gomes, companheiros Presidentes do PTB, do PPS e agora também do PDL, companheiras e companheiros, prezados amigos, permito-me dar continuidade às palavras do Deputado José Carlos Martinez.
É verdade que estamos vivendo um momento muito importante e significativo neste instante. Muitas vezes estamos fazendo história e não temos noção dessa nossa participação.
É isso o que está acontecendo hoje, não apenas um reencontro de tantos companheiros e companheiras trabalhistas e de outras vertentes das lutas sociais do nosso povo, representadas aqui na pessoa do Senador Roberto Freire. (Palmas.)
Somos forças históricas, e há tempos viemos protagonizando o que tem acontecido no nosso País. Nesta mesma sala, estivemos nos batendo pela unidade geral das forças populares e sociais. Tivemos a ilusão de que estávamos construindo essa unidade, mas isso não ocorreu, não foi o momento que a História demarcou para que isso acontecesse.
Hoje estamos dando um passo de uma significação muito profunda, em razão da trajetória dessas forças. Até mesmo o que ocorreu de incompreensão, até mesmo o que ocorreu que nunca nos agradou no curso desses decênios, tudo isso, no fundo, contribuiu para nossa formação e para nos levar a essa convicção de que hoje só os insensatos não conseguem entender.
Precisamos conseguir o máximo de união do povo brasileiro para mudar essa situação que vem comprometendo o futuro do País. (Palmas.) Se correntes partidárias, pessoais ou religiosas não entendem isso, que sigam seus destinos. Vamos fazer a aliança que realmente convém à nossa Nação, que é com o povo brasileiro. (Palmas.)
Essa Frente Trabalhista não significa nenhum exclusivismo em função de outras denominações. A toda hora vamos até relembrar o que significa o trabalhismo.
O trabalhismo está inserido nas lutas sociais do nosso povo. Surgiu em decorrência de episódios da vida brasileira, da presença de grandes personalidades que o nosso País consagrou ao longo do tempo, que finalmente resultou na demarcação de caminhos para o nosso desenvolvimento, e que chegou até nós com essa legenda do trabalhismo.
É alguma coisa que se tornou autóctone. Fui encontrar na Europa, na Internacional Socialista, também uma diversidade de correntes. Lá estavam os trabalhistas, os socialistas, os socialdemocratas.
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a diversidade de correntes.
Lá estavam os trabalhistas, os socialistas, os sociais democratas. E foram tão bem sucedidos que conseguiram avançar. E se foram fundindo. Atualmente, todas aquelas expressões que se posicionavam como comunistas também se fundiram em muitos países e lugares e estão sustentando as lutas sociais, porque neste momento todos têm de estar unidos, uma vez que surge novo Império Romano.
Não é ser contra nada, contra ninguém, muito menos contra o povo norte-americano, mas é evidente que está surgindo novo Império Romano, que vem escandalizando o mundo com métodos que certamente estão sendo desaprovados pelo próprio povo norte-americano. (Palmas.)
Então, País como o nosso não é ameaçado? Aí vem nosso nacionalismo, que não é doutrina restritiva, egoísta. Não queremos nos desenvolver em prejuízo dos outros! Queremos nos desenvolver solidariamente. Agora, como nunca, nosso nacionalismo tem de ser invocado pelo bem do povo brasileiro e do futuro desta Nação, que tem tudo para ter destino próprio.
Como disse Roberto Freire, encaramos a questão que passaram a chamar de globalização. Ora, essa palavra foi colocada no falso dicionário da modernidade, pois a internacionalização começou a ser intensificada desde que os portugueses saíram a navegar, desde que Marco Polo fez sua cruzada.
Então, temos perfeita consciência do papel do Brasil e do povo brasileiro na convivência internacional. Encaramos esse processo de internacionalização com a posição de Nação que tem destino próprio. Serviremos à boa convivência dos povos, considerando nosso destino.
Temos destino especial não de eleitos, de escolhidos para governar os outros, para mandar nos outros, com atitude imperial sobre os outros. Não! É que o destino, o processo histórico, o processo social e as qualidades do admirável povo português, tão pequeno e tão grande, tiveram a capacidade de marcar este País com suas potencialidades e riquezas.
Eles parecem ter pensado em tudo. É impressionante. O mundo se volta agora para o que pode representar a água para a humanidade. Até nisso os portugueses pensaram! O que lutou aquela gente para chegar às vertentes do Amazonas e ao sopé da Cordilheira dos Andes, abarcando imensa quantidade de água, a grande luta do futuro!
Então, precisamos ter consciência do nosso papel.
Meus companheiros de São Paulo, Deputado José Roberto Batochio, demais Parlamentares do Estado, Governador, enfim, nosso papel é o que o Brasil espera desse irmão que cresceu, desenvolveu-se com tecnologia. O povo brasileiro olha para São Paulo como se fosse uma nação. Se assim fosse, seria a maior da América Latina, em quase tudo, menos em território. Depois de São Paulo aparece o México; em seguida, a Argentina, com todas as suas dificuldades; a Venezuela, com o petróleo, e outro Estado que atingiu extraordinária potencialidade também com o petróleo, o Rio de Janeiro, seria a quinta nação da América Latina.
Olhamos para São Paulo com esperança, porque o Estado pode ser portador de grande mensagem para nosso País, espargindo seu desenvolvimento por toda a parte. Essa é uma visão do trabalhismo. Portamos essa tradição, e isso representou muito para nosso País. Nosso País deu um salto durante esse período da história brasileira.
Em seguida sobrevieram as idéias que tomaram conta das mentes das nossas elites, inclusive as empresariais; depois, conjunto de especialistas em economia lá assimilaram as idéias dos nossos colonizadores. E vivemos o atual período.
O Brasil não se encontra na situação da Argentina, cujo povo está nas ruas. Na noite passada Buenos Aires e as Províncias foram teatro de muito protestos e violência. Não vivemos essa situação porque o Brasil é como aquele empresário em dificuldade, mas que ainda tem muitos apartamentos para vender. E dizem: "Não o apertem, porque ainda tem muitos apartamentos e vai nos entregá-los.
O Brasil está começando a tocar na PETROBRAS. Não é verdade que a empresa não esteja sendo vendida. A parte do Rio Grande do Sul parece ter sido feita para testar, de propósito. Por meio de escabroso acordo, suspeito, fizeram uma troca de ativos da Repisol, empresa espanhola parece-me uma empresa "laranja" com a PETROBRAS, assumindo alguns postos de distribuição. A uma velha refinaria na Argentina entregaram uma flamante, nova, como a Alberto Pasqualini, no Rio Grande do Sul. PETROBRAS, Furnas, Banco do Brasil, Caixa Econômica, nossas linhas aéreas e todos os serviços querem assumir porque sabem que o Brasil constitui grande mercado.
E quanto à Amazônia e a outros tantos potenciais do nosso País que ainda nem sequer avaliamos?
Por isso, não nos levaram à asfixia, à situação em que se encontra a Argentina. Sob muitos aspectos a situação do Brasil é até pior do que daquele país. Se observamos o perfil, a estrutura do orçamento argentino, perceberemos que a grande recessão se deve ao peso das aposentadorias, enquanto em nosso País o grande problema se deve ao endividamento
Enfim, este é exemplo perto de nós, e assim podemos argumentar e mostrar que nosso nacionalismo está mais atual do que nunca e não é contra ninguém. A rigor, não queremos nos socar com ninguém, mas temos o dever de defender o que é nosso. Não temos vocação para ser reserva de ninguém. Não temos vocação para ser colônia de ninguém. (Palmas.)
É esse corpo de idéias que nos une. Claro que tudo o que conseguimos realizar até hoje não está tão perfeito como gostaríamos que fosse. Por exemplo, gostaríamos principalmente que os contingentes da população brasileira fossem mais capacitados. Gostaríamos que tudo fosse melhor, que os brasileiros sequer tivessem passado por período autoritário como o da época de Vargas. Mas a história é caprichosa. O fato é que mesmo vivendo desafortunadas épocas sob o aspecto das nossas liberdades, dos nossos direitos, com pessoas pagando inocentemente pelo que não fizeram, estamos conseguindo avançar. Fomos plantando as bases do nosso desenvolvimento.
Li há alguns dias livro norte-americano no qual constava que o Brasil, em 1950, tinha produto econômico menor que o da Argentina. E só deu aquele salto a partir de 1950, no segundo Governo Vargas e nos anos posteriores, graças à infra-estrutura montada naquele período e sobretudo à legislação social, que veio beneficiar o povo brasileiro, graças às perspectivas traçadas durante aquele instante da história do nosso País.
Então, nós, portadores dessas credenciais, não devemos ter qualquer inibição em dizer que poderemos mudar com vigorosa e lúcida inteligência. Ciro Gomes já teve oportunidade de fazer profundo, crítico exame do papel que pode desempenhar nessa quadra da vida brasileira, pelas experiências, pela observação da época em que vivemos. E juntos poderemos vencer, (palmas) quem sabe, se tivermos fibra, se tivermos consciência do nosso papel de não nos considerarmos pequenos quando não podemos ser pequenos.
Poderemos dar a verdadeira resposta a este ensaio de neoliberalismo que causou grave lesão ao nosso País, a esta experiência de governo e de doutrina. A resposta para tudo isso será a experiência somada que hoje reunimos nesta frente.
Estou absolutamente convencido de que estamos caminhando certo, que estamos caminhando com serenidade; não estamos aqui tocados por nenhuma palavra mágica de demagogia, de aceno inconsciente a coisas que não podemos fazer. Não, estamos perfeitamente conscientes.
Essa é a avaliação que pude fazer, primeiro, da convivência com Ciro Gomes, depois, com os dirigentes desses dois partidos e com tantos companheiros com os quais, principalmente os meus do PDT, analisamos essa situação. Não somos poucos, somos muitos.
Esses dias notável jurista, advogado de grandes empresas, teve oportunidade de ver de relance pesquisa feita por empresa norte-americana que utiliza resultados fornecidos pelas multinacionais aqui todos os meses. E ele pôde ver, em conversa com dirigente de uma das empresas, quando este argumentou com a pesquisa, que 78% do povo brasileiro ainda não tem candidato escolhido.
Todas essas pesquisas admitem a honestidade, coisa que não admito, não consigo admitir, e estão sendo feitas sobre os 22% restantes. (Palmas.) Por quê? Porque a sucessão está oferecendo esse quadro de mediocridade, de corre-corre, de busca do poder pelo poder. Não há programa ao qual possamos ir tranqüilos, porque o candidato com quem nos reunimos, sem dúvida alguma, é o mais preparado para tirar o País desse buraco. (Palmas.)
E hoje marcamos um ponto importante na nossa caminhada, embora não estejamos ainda formalizando decisões nem lançando programa ou plataforma de governo. Estamos fazendo o que foi dito aqui pelos companheiros: declaração de intenções. Isso está em nossa mente, justamente em nome dos compromissos que temos com nosso País e nosso povo. Estamos aqui mostrando desde logo que é possível fortalecer essa frente, atrair outras forças; ninguém se considere pequeno demais para se somar a essas forças. Precisamos de todos. (Palmas.) E à medida que caminhamos, iremos cumprindo o que nos compete, fazendo com que nossos companheiros
ultimem nossos pleitos. Segundo ouvi do Dr. Ciro, ele quer que todos colaborem, que dêem suas idéias e sugestões para elaboração de um programa sem complicações da tecnocracia e que possa ser assimilado pelo nosso povo. O povo tem de logo distinguir: "Aqueles lá são os meus. É naqueles que confiamos". (Palmas.) "Essas idéias que nos servem."
O povo tem uma forma de comunicação que nós, que exercemos tarefas de direção e liderança, não entendemos muito: ele tem essa capacidade de comunicação assim como têm as coletividades na natureza, principalmente nos momentos de crise. Quando derrubamos um formigueiro, por exemplo, e vemos milhares de formigas, com suas pequenas crias ainda se desenvolvendo, correndo para lá e para cá, não podemos entender como toda aquela confusão dali a pouco desaparece e não vemos mais nada.
Isso ocorreu em 1950 na candidatura de Vargas. Em seu refúgio e eu assisti ao fato , vi que ele saiu triste. A impressão é de que ele deu a última olhada para aqueles lugares e disse: "Não vou voltar mais para cá, não vou morar mais aqui". Mas ele tinha consciência do seu papel. Saiu. Não tinha partido, porque o PTB naquela época só tinha comissões provisórias, eram muito poucos os pontos onde o partido tinha quase uma representação.
O grande partido que se formou do Governo Vargas foi o PSD. Todos praticamente ficaram com Dutra ou, amedrontados pelo seu Governo, permaneceram. Até o genro de Dutra ficou no PSD. E ele saiu numa campanha acompanhado de um jardim de infância. Éramos muito jovens: Jango, Francisco Brochado da Rocha e seu filho, Manuel, e eu. Diziam: "Lá vem o Getúlio com seu jardim de infância!"
E ele aluiu tudo aquilo. Naquela época se votava com chapa de papel. "Para Presidente da República, fulano de tal". Não digo a maioria, mas grande parte das chapas levadas às urnas foram batidas à máquina. Em algumas cidades aparecia um camelô: "Chapas do Getúlio, garantidas, as mais baratas da praça!" (Risos.) Ele aluiu, quer dizer, ele se comunicou. Este é nosso desafio: comunicar-nos.
Vamos trabalhar bem, com seriedade (palmas), porque essa é uma das questões fundamentais. O povo brasileiro está clamando por seriedade, não quer mais governantes mentirosos que vão à televisão ludibriá-lo; ele quer governantes confiáveis, a quem ele assista na televisão e diga: "É assim mesmo". O povo brasileiro está clamando por seriedade, por austeridade, e o povo precisa disso. O Presidente ouvi isso de Ciro Gomes é o mais alto magistrado do País. Sua palavra, quando correta, honrada, digna,
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a sua palavra, quando correta, honrada e digna, estende-se sobre o Legislativo e sobre o Judiciário. Representa um pouco do tipo de regime presidencialista. Nosso povo está clamando para que isso ocorra.
A figura do Presidente influi até na vida familiar, na vida de novos casais, por exemplo, que estão para constituir lar, porque "quem casa quer casa". Normalmente, pensam que vão ter uma casa. Do contrário, o povo se sente abandonado, uma coletividade abandonada. Então, nosso povo brada por isso e disso devemos ir ao encontro. Não vai ser fácil, mas temos de trabalhar e nos esforçar com intensidade. Devemos nos cuidar muito nessas preliminares. Ainda não costuramos todo o tecido. Precisamos emendar alguns fios.
Num País tão grande como o nosso, as realidades são complexas. Temos de evitar, tanto quanto for possível, os palanques contraditórios, os palanques confusos, porque isso perturba nossa gente, que pensa do seguinte modo: "Aparece o Brizola aqui falando assim, assim, assim. Depois, o Senador Roberto falando assim, assim, assim. Com qual candidato eu fico?" Temos de limar tudo isso, trabalhar muito pacientemente. Também não podemos preconizar que de repente seremos como uma divisão do Exército, com regimentos e batalhões. Não. Tudo não precisa ser igual, numa estrutura vertical. Somos a própria diversidade neste País. Temos de guardar um mínimo de coerência, para que nosso povo, na sua simplicidade, não se confunda. É preciso trabalhar com a realidade. Como diz aquele grande pensador: a realidade é a verdade. E temos de nos submeter a ela, quando necessário, e também procurar contorná-la, quando não pudermos solucionar os problemas que ela nos impõe.
Então, temos de enfrentar esse desafio. A partir de agora, não vamos esperar que as coisas aconteçam. Temos de provocá-las. Temos de ajudar o Dr. Ciro na elaboração da plataforma e do programa. Todos que puderem têm de ajudar. Deve ser constituída uma comissão, que trabalhará com afinco. Aqui mesmo eu já encontrei diversas pessoas que estão laborando, redigindo textos, sugerindo, se reunindo. Precisamos fazer com que os representantes das direções saiam pelo interior do País para harmonizar situações que reclamam por harmonia. Creio que necessitamos desse trabalho na maioria dos Estados.
O ambiente entre nós é o melhor possível. Temos, em nossas mãos, a oportunidade de oferecer ao povo brasileiro um grande instrumento para superar o quadro que se apresenta. Nosso País não pode continuar assim. Qual família, empresa, instituição, cidadão pode permanecer tranqüilo vivendo situação parecida com a que vive o Brasil hoje?
Estamos devendo até os fios de cabelo e sujeitos a que essas dívidas nos sejam exigidas. Nosso País está sofrendo perdas, algumas que decorrem dos vícios conseqüentes da situação a que chegamos, como por exemplo, todo esse peso que recai sobre o Orçamento devido ao endividamento, ficando praticamente nada para tirar o nosso povo da situação em que está, ou para cuidar das nossas crianças, das novas gerações.
Digo aos senhores que temos propostas nesse sentido, porque recolhemos experiências e fracassos também , mas tudo isso nos ensinou muito. Temos conhecimento do mundo que nos convém e não daquele conhecido pelos diplomatas, turistas ou grandes empresários, que mais freqüentam os hotéis cinco estrelas para fazer seus grandes negócios. Essa é a atividade deles. Nós conhecemos o mundo e trazemos, inclusive, a valiosa experiência do exílio. O exilado, lá fora, é um indesejável. Por mais que os suecos, noruegueses e tantos outros tratem bem e acolham os exilados, no fundo desejam que eles vão embora. Isso mesmo para os bons, sem falar daqueles que não querem saber de nada. Lá fora, somos apátridas. Eles não falam aos turistas, bolsistas, executivos ou empresários o que expressam para um exilado. Ouvi coisas que jamais imaginaria que pudessem me dizer, porque não eles sentem nenhum constrangimento em declarar certas coisas. Ouvi, por exemplo, de alemães, de franceses, de suecos o seguinte: "Vocês pensam que vão desenvolver-se às custas dos investimentos das grandes empresas? Estão muitos enganados, porque o que deixam lá é muito pouco. É verdade que vocês necessitam delas, mas precisam ser inteligentes nessa convivência. Têm de tirar delas o máximo de conhecimento, isso é o que levam a vocês, porque de tudo o mais praticamente não deixam nada."
Então, essa experiência possuímos e temos tudo na mão para desenvolver um trabalho sério que nos dê crédito perante o povo brasileiro. E vamos nos defrontar com uma grande surpresa.
Tenho observado o esforço feito pelo Dr. Ciro, que é um jovem cheio de entusiasmo pela vida pública e está preparado para ser o governante do nosso País. Nos próximos meses, vai produzir um trabalho e esforço que muito poucas pessoas têm disposição para desenvolver. Vai andar muito, levando sua presença aos recônditos do nosso País. E isso vai ser a nossa força. Enquanto eles procuram nos envolver e massacrar com a mídia, com os recursos, com o poder, com a máquina, vamos aluí-los por baixo, por intermédio da presença constante de um candidato que quer representar as aspirações, a vontade e o futuro do nosso povo.
Vamos em frente! Vamos com fé, que vamos vencer!