faplogo.gif (25974 bytes)Curso Básico de Formação Política

Agumas técnicas para

CAPACITAÇÃO política**

Técnicas para apresentação do monitor e dos participantes

Apresentação por pares:

    1. O monitor dá a indicação de que os participantes vão se apresentar por pares e que estas devem intercambiar determinada informação que é de interesse de todos, por exemplo: o nome, o interesse que tem pelo capacitação, suas expectativas, informação sobre o seu trabalho, sua procedência ou algum outro dado pessoal
    2. Cada pessoa busca um companheiro ou companheira que não conheça ou que conheça pouco e conversam durante cinco minutos.
    3. Depois em assembléia, cada participante apresenta seu par.

A duração desta dinâmica vai depender do numero de participantes, em geral, se dá um máximo de três minutos por par para a apresentação em plenário.

Sendo esta uma técnica de apresentação e animação, deve intercambiar-se aspectos pessoais, como por exemplo: algo que o companheiro ou companheira gosta, se tem filhos, etc.

A informação que se recolhe de cada pessoa, se expressa em plenário de forma geral, sensível e breve.

O monitor deve estar atento para animar e agilizar a apresentação.

Apresentação subjetiva:

    1. O monitor indica aos participantes que se apresentem aos pares.
    2. Os participantes buscam um companheiro ou companheira que conheçam pouco.
    3. Um vez formados os pares, cada pessoa se compara a um animal ou coisa que identifica de que alguma maneira características de sua personalidade, ou seja, características de trabalho, de caráter, de personalidade, etc., e explica ao seu par porque se compara com tal animal ou coisa. Por exemplo, uma pessoa pode identificar-se com uma formiga.
    4. Uma vez que a pessoa tenha dito com que animal se parece, o seu par a apresenta através de mímica, imitando uma formiga. O plenário terá de identificar o animal, e logo após, se explica verbalmente por que o companheiro ou companheira se identifico com a formiga.

IMPORTANTE !

Existe uma pequena variação que se pode introduzir a esta técnica:

Quando se inicia um capacitação e os participantes se conhecem bastante, os pares se formam entre as pessoas que mais se conhecem entre si; dá-se um minuto para que cada um pense com o que vai comparar seu par, sem dizer a ele.

Inicia-se a representação em plenário indicando os dados básicos e logo a comparação em forma mímica ou somente com palavras procedendo de acordo com a forma escolhida.

Recomenda-se dar instruções claras sobre: como formar os pares, que dados pessoais intercambiar, e dar exemplos de comparações possíveis.

Técnicas para a exposição de novas informações:

A Exposição

Como fazemos uma boa exposição ?

É importante despertar o interesse dos participantes pelo o que estamos expondo. Para isto, os participantes devem ser motivados e terem exposto no coletivo suas experiências em relação ao tema. A partir daí trata-se apenas de retomar o fio da exposição.

Para que a exposição seja clara, deverá estar bem organizada. É importante que definamos claramente que conteúdos queremos entregar e em que ordem. Se vamos continuamente de um tema a outro, aqueles que nos escutam se confundem e perdem o fio.

Para organizar uma boa exposição é aconselhável definir um tema central, que por sua vez deve estar dividido em partes ou pontos. O ideal é tratar um tema de cada vez e não mesclar diversos temas, o que confundiria os participantes

Não é conveniente redigir a exposição totalmente. Em vez disso, é melhor preparar notas reduzidas, onde estejam em grandes linhas os pontos que vamos tratar na exposição.

Outro elemento que pode facilitar a exposição é a elaboração de um papelógrafo em que anotaremos o tema central e os subpontos que vamos abordar na exposição.

É conveniente que preparemos uma exposição curta: vinte minutos no máximo. Uma exposição muito longa aborrece os participantes e perde eficácia como forma de expor a nova informação.

Antes da capacitação é bom que pratiquemos lendo em voz alta. Desta forma, corrigimos erros e podemos calcular o tempo de exposição.

Durante a exposição é fundamental que falemos claramente, não muito rápido e olhando para os participantes. Tem-se que evitar a leitura pois as pessoas se aborrecem de escutar. Em vez de ler, é preferível consultar as notas que tínhamos preparado previamente.

Como uma ajuda a memória é conveniente que usemos um papelógrafo. Desta forma não perdemos o fio, nem faremos uma exposição desordenada.

Para ajudar a manter a atenção dos participantes, é necessário dar exemplos retirados da realidade dos participantes. Isto faz com que a exposição torne-se mais concreta, amena e próxima daqueles que nos escutam, ajudando a manter o interesse dos participantes.

Tem-se que "cativar a atenção" dos participantes:

Acercando-se das pessoas desta forma o monitor evitará que os participantes se cansem e deixem de prestar atenção ao que ele está expondo.

O monitor observando os olhos dos participantes, suas atitudes observarão se os participantes estão interessados ou não. No caso dos participantes estarem inquietos ou distraídos, o melhor é parar e perguntar qual é o problema, se existe alguma coisa que não foi entendida, se estão cansadas, etc. Esclarecendo o ponto, pode-se continuar a exposição.

Para terminar a exposição é aconselhável fazer uma síntese em 02 ou 03 frases do tema tratado como uma forma de encerrar a exposição.

O Rotafólio

O Rotafólio representa uma boa ajuda para a capacitação. Especificamente será de grande utilidade para comunicar alguns conteúdos que o monitor repetirá em cada encontro que se organize. Utilizando-se do rotafólio o monitor não terá de voltar a escrever tudo novamente, a cada vez que programa uma atividade de capacitação.

São folhas de papel que se afixam a um cavalete portátil, de modo a poder rotaciona-los a medida que vamos utilizando-os. Diferentemente do papelógrafo as folhas não estão soltas, se o monitor necessitar recorrer a uma informação que já foi utilizada basta voltar as folhas.

No rotafólio é recomendável escrever o que necessitamos comunicar, na ordem que desejamos encaminhar a exposição.

Por exemplo, em uma primeira folha podemos escrever o tema ou título, em uma segunda folha colocaremos os objetivos e a metodologia da capacitação, na terceira poderia desenhar-se o mapa da região para realizar a técnica de motivação "onde eu vivo". E assim podem ser expostos todos os conteúdos que não se modifiquem de encontro para encontro.

O Papelógrafo

O papelógrafo é uma excelente ajuda para a capacitação , já que oferece muitas possibilidades de utilização

Pode ser aproveitado em momentos distintos da capacitação.

O Que é ?

É simplesmente uma folha de papel pardo (ou até mesmo papel de embrulho) que se prende a parede ou quadro, geralmente em lugar visível para todos os participantes da capacitação.

Como se usa ?

O papelógrafo pode ser empregado com o quadro negro e, a medida que as folhas forem se ocupando podem ser retiradas da parede e ser guardadas para ser utilizadas mis tarde como "memória" do que se discutiu durante o encontro.

Nestas folhas o monitor pode preparar esquemas, gráficos, resumos do que dirá ou pode ainda convidar a algum participante da capacitação a registrar por escrito o que se vai dizendo. Também pode servir para compartilhar com o resto dos participantes as conclusões ou reflexões surgidas durante um trabalho em grupo.

As folhas escritas podem ser utilizadas em outras atividades de capacitação ou para voltar a algum ponto que não se tenha entendido ou sobre o qual ainda existam duvidas.

Vantagens

As vantagens são semelhantes ao quadro negro, somado ao fato de que como as folhas são retiradas da parede, é possível conservar facilmente a "memória" da capacitação ou utilizar-se na síntese ou avaliação.

Técnicas de motivação

"Curioseando"

Como se faz ?

    1. O monitor pedirá a alguns participantes que se apresentem como pessoas curiosas.
    2. Estes curiosos formularão, ao resto do grupo, perguntas que sirvam para identificar os interesses, inquietudes ou opiniões a respeito do tema que se vai tratar.
    3. Os curiosos dizem as perguntas em voz alta. Estas podem ser, por exemplo, se estamos discutindo o tema: "trabalho": Quantos dos participantes tem emprego?, quantos participantes estão se aposentando? que tipo de problemas tiveram quando postularam o último emprego?, etc
    4. Se ao principio os curiosos demoram em imaginar as perguntas, o monitor pode ajuda-los fazendo as perguntas para estimula-los, porém se trata de que o monitor participe o menos possível em esta parte.
    5. O monitor irá anotando em papelógrafo ou quadro-negro a vista de todos, as perguntas mais freqüentes, e ao finalizar poderá fazer algum curto comentário respeito as idéias que mais se repitam.
    6.  

"Onde eu vivo"

Esta técnica pode ser utilizada simultaneamente como técnica de apresentação e de motivação, segundo deseje o monitor.

O que necessitamos ?

Como se faz ?

O monitor pedirá a cada um dos participantes que tomem uma figura e preguem no mapa, indicando o lugar onde vivem e respondendo as seguintes perguntas: nome, ocupação e uma pergunta especifica sobre o tema que está se tratando. Por exemplo, se o encontro for sobre "participação local", o monitor poderá perguntar: que relação existe entre as pessoas de sua comunidade e seu município ?, ou é comum em sua localidade participar de uma associação de moradores ?, quantas associações de moradores democráticas existem em sua localidade ? etc.

IMPORTANTE: Se o grupo é muito grande ( + de 20 ), em vez de faze-lo individualmente, o monitor poderá solicitar os participantes que se reunam por município e contestem em grupo as perguntas. Para isto, se fará um pequeno trabalho grupal prévio, e logo cada grupo elegerá um relator para expor as respostas de seu grupo.

Técnicas para recuperar a experiência comum

O Sociodrama

A melhor maneira de resgatar a experiência que temos sobre algum tema é "reviver" algum aspecto deste que afete particularmente a nossa vida.

Com "reviver estamos indicando, reproduzir, simular a situação tal como se fosse real, para poder observar e conversar mais tranqüilamente sobre o que nos passa: que pensamos ou sentimos a respeito.

O que é ?

O sociodrama é uma atuação, em que utilizamos gestos, ações e palavras. Não necessitamos de um texto escrito, nem roupa especial, nem muito tempo para prepará-lo.

Como se faz?

  1. escolhemos um aspecto do tema que estejamos tratando. Por exemplo, se estamos falando sobre as leis que afetam a mulher, podemos escolher o aspecto da violência domestica, do matrimônio, dos direitos e da mulher e do homem no interior da família.
  2. Conversamos um pouco sobre o tema. Cada um diz o que pensa.
  3. Fazemos uma história ou argumento. Para isso:

Chuva de idéias

O que é ?

A chuva de idéias é uma técnica que pode ser usada para distintos fins. Entre eles mencionaremos os seguintes:

Como se faz ?

  1. O monitor faz uma pergunta clara e precisa que permita aos participantes responder a partir de sua própria experiência. Por exemplo: Por quê as pessoas de nosso bairro não participam da associação de moradores ?
  2. Pede-se a cada participante que expresse sua idéia ou opinião sobre a pergunta. Deve-se aclarar que neste momento não corresponde discutir as idéias que vão surgindo. O monitor vai anotando em um papelógrafo ou no quadro negro, as idéias ou opiniões que vão surgindo.
  3. Uma vez que todos os que queriam tenham opinado, procede-se a relentara das idéias anotadas, tratando de concluir as idéias e opiniões que são comuns ao grupo. Por exemplo, os participantes coincidem que as razões que explicam a baixa participação das pessoas na associação de moradores são: a falta de locais comunitários, o autoritarismo dos dirigentes, a ineficiência das associações de moradores, etc.

Técnicas de Síntese e Planificação da Ação

O diagnóstico (Análise da realidade)

Para realizar qualquer ação necessitamos conhecer a realidade que queremos modificar. O processo pelo qual passamos a conhecer esta realidade denominamos de diagnóstico.

O ideal é que sejam os próprios integrantes de uma organização ou grupo que realizem o diagnóstico de sua realidade pois serão eles que impulsionarão as ações que buscam modifica-la. desta forma, o processo será mais valioso, pois permitirá um maior compromisso com a ação.

Para fazer-se um diagnóstico necessitamos responder a certas perguntas:

Vejamos um exemplo

Em uma associação de moradores decidimos fazer um diagnóstico sobre as possibilidades de recreação que tem as crianças de nossa comunidade.

Como faremos ?

Observamos quais os locais que as crianças costumam brincar.

Percorremos a comunidade e vamos anotando quantos espaços para brincar existem

Fazemos entrevistas ou perguntas aos vizinhos e as autoridades municipais correspondentes sobre este problema.

Após haver recolhido estas informações, concluímos que:

Analisamos esta situação e chegamos a conclusão que não podemos resolver o problema sozinhos, já que qualquer solução que imaginemos significará recursos econômicos que a comunidade não dispõe. Portanto necessitamos contar com outros apoios, por exemplo, certa ajuda financeira ou material da prefeitura, dos comerciantes locais, etc. (apoios externos)

Também descobrimos que a associação de moradores tem recursos e capacidades: mão de obra para construir uma praça de recreação e/ou quadras de esportes, sugestões sobre como faze-la, etc. (recursos próprios).

A Programação (Planejamento)

Uma vez definidas as necessidades ou problemas que queremos enfrentar, entra-se no processo de programação. Neste momento nos imaginamos soluções diversas e pensamos em como implementa-las. Esta etapa tem diferentes passos.

Onde queremos chegar ?

A definição de nossos objetivos

É fundamental que definamos claramente que resultado pretendemos obter com um projeto, atividade ou tarefa. Nem sempre se poderá obter uma solução total. Por isto, não é conveniente propor-se objetivos muito ambiciosos ou inalcançaveis. Deve-se propor objetivos que sejam possíveis de alcançar pelo grupo.

O que vamos fazer ?

As atividades que devemos realizar

Para cumprir os objetivos será necessário pensar nas atividades e tarefas que necessitamos realizar. É importante optar por aquelas tarefas e ações que o grupo pode efetivamente assumir.

O que necessitamos para realizar o programa ou projeto ?

Os recursos

Qualquer programa ou atividade requer certos recursos. Eles podem ser humanos ou materiais . Neste momento trata-se de responder as seguintes perguntas:

Com que recursos contamos?

Aqui se trata de que avaliemos com que recursos próprios contamos, ou seja, com o que pode contar a organização para a realização das tarefas e atividades: mão de obra, local, recursos materiais, financeiros.

Que recursos externos necessitamos ?

Para levar a cabo um projeto, os recursos próprios podem ser insuficientes e podemos necessitar de apoio externo. Por isso definimos neste momento quais recursos externos serão necessários conseguir. Por exemplo: ajuda financeira, assistência técnica, etc.

Como os conseguiremos ?

Realizamos um levantamento e definimos aqueles organismos, instituições ou pessoas que nos poderiam proporcionar os recursos que nos faltam. Logo, averiguamos como poderíamos conseguir apoio. Por exemplo, pode ser: a) apresentando um plano ou projeto para o governo municipal; b) apresentando um plano ou projeto para um organismo governamental (ONG).

 

O que vamos fazer ?

As atividades que devemos realizar

Para atingir nossos objetivos será necessário pensar nas atividades e tarefas que necessitamos implementar. É importante que definemos aquelas tarefas e ações que o grupo pode efetivamente assumir.

Como vamos realizar nosso plano ?

O funcionamento

Para conseguir eficiência na execução de nosso plano ou projeto, será preciso que distribuamos as tarefas a realizar entre os integrantes do grupo ou organização. Para isto se sugere formar grupos pequenos ou comissões de trabalho. Atingir as metas estabelecidas dependerá, em grande parte, de um bom trabalho em equipe.

Quando será feito e quem serão responsáveis ?

Cronograma de Atividades

Uma vez definidas as tarefas e as comissões encarregadas de realiza-las, é conveniente definir responsáveis pelas tarefas ou atividades, e fixar também os prazos para o cumprimento das mesmas.

Execução e Avaliação

Nesta etapa realizamos as atividades e tarefas programadas na etapa anterior. É o momento de verificar que se realizem as ações programadas, que se cumpram os prazos que foram estabelecidos, que os responsáveis cumpram com suas tarefas, etc.

Técnicas de Avaliação da ação

Avaliar significa revisar as tarefas realizadas, avaliando se os objetivos propostos foram cumpridos, se houveram resultados positivos ou negativos, analisando os êxitos e as dificuldades que encontramos.

Para realizar a avaliação de um programa ou plano, pode ser útil respondermos as seguintes perguntas:

A avaliação é indispensável em qualquer processo de planificação e execução de programas ou ações, pois nos permite aprender com o que estamos realizando e crescer com nossos acertos e erros. Avaliar nos permite corrigir o rumo e planificar o trabalho que segue para cumprir com as metas que nos propusemos.

Apesar de a avaliação ser necessariamente feita ao finalizarmos um programa, também é conveniente que avaliemos passo a passo o avanço de um projeto. Para isto , é bom responder-se a algumas perguntas:

A Avaliação, como qualquer outra atividade educativa, requer certa estrutura, certa seqüência lógica, que permita realizar esta tarefa sem maiores tropeços.

A seguir apresentamos os passos que, ao nosso juízo, facilitam o processo de avaliação:

  1. Avaliação dos Objetivos
  2. Definição das questões de avaliação
  3. Desenho metodológico
  4. Metodologia
  5. Resultados
  6. Informes

Desenvolvamos , então estes aspectos:

Avaliação dos Objetivos

A equipe, o grupo, a organização pergunta-se a si mesma por que avaliar o realizado até o momento. Para isto revisamos os objetivos definidos inicialmente confronta se os mesmos correspondem ao que atingimos na prática.

Definição das questões de avaliação

Este momento da avaliação é de tremenda importância, pelo qual, deve evitar-se toda tentação de não realizar esta etapa por considera-la irrelevante. É neste momento onde fazemos as seguintes perguntas, entre outras:

Desenho Metodológico

O desenho metodológico é uma estratégia que nos facilita reunir, processar, e analisar a informação que necessitamos para satisfazer os objetivos da avaliação. O que estamos fazendo nesta etapa é organizar um sistema que nos permita recolher as informações, ou seja, pretendemos resolver questões como as seguintes:

Obviamente, fica aberta a possibilidade para que o grupo possa levantar outras questões que lhe pareçam importantes.

Metodologia

Nesta etapa, nossa tarefa consiste em escolher as técnicas de investigação, mas adequadas aos nossos objetivos. Podemos usar as seguintes técnicas:

Se o grupo é criativo, pode inventar outras formas que lhe permitam recolher a informação necessária.

Resultados

A informação que formos recolhendo neste processo de avaliação, necessita ser ordenada ou sistematizada para ser dada a conhecer ao resto dos integrantes da equipe, grupo ou organização.

Informe

Nesta etapa ou momento da Avaliação elaboramos o informe com toda a informação pertinente. Este informe dará conta da investigação realizada, terminando com sugestões ou recomendações sobre como melhorar o funcionamento do grupo, as relações humanas, ou como usar melhor os recursos de que dispomos.

Você quer baixar este capítulo como documento do Word?

|Início| |Site da FAP| |Página do PDT|

_______

Fundação Alberto Pasqualini – PDT - Rua do Teatro, 39 – Centro – RJ – Tel/Fax : 21-2321016/0121  - CEP  20010-190 - Email: fap@domain.com.br