| Técnico do PDT constata no Rio que programa de auditoria dos dados das
urnas eletrônicas, do TSE, contém erro
Saiba porque questionamos as urnas
eletrônicas
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(23.09.02) - O
engenheiro Amílcar Brunazo Filho, contratado pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT)
para acompanhar no Rio de Janeiro a inseminação de dados nas urnas eletrônicas que
serão usadas nas eleições gerais de 6 de outubro, constatou que o programa responsável
pela conferência da integridade dos demais programas e dados o
vaudit.exe está com defeito e não está apresentando a tabela
completa dos candidatos a deputado estadual. O problema, constatado ontem em Bangu, pode
ter dimensão nacional. O programa vaudit.exe foi elaborado pela Secretaria de
Informática do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mas nenhum dos partidos políticos que
conferiram o sistema em Brasília, em sessões públicas organizadas pelo TSE com esta
finalidade, detectou o problema.
Na ocasião o PDT impugnou todos os
programas - e especialmente o vaudit.exe - pelo fato de não haver
possibilidade técnica, no exíguo prazo de cinco dias determinado pelo TSE - de conferir
a integridade dos programas que rodam na urna eletrônica, especialmente o
vaudit.exe que tem a finalidade de conferir todos os demais e atestar a
integridade deles. Amílcar Brunazo, a partir das 8 horas da manhã de hoje, sábado,
estará no pólo de carga de urnas eletrônicas do Caju (que funciona na subida do viaduto
de Benfica) organizado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ)
fiscalizando a inseminação de urnas eletrônicas a cargo dos técnicos da Unisys. A
sessão é pública e pode ser acompanhada pela imprensa, sem necessidade de
credenciamento. Em todo o país estão sendo carregadas as 406 mil urnas eletrônicas que
serão usadas dia 6 de outubro, procedimento técnico que deverá estar sendo feito até o
dia 2 de outubro, véspera da eleição. Ontem a noite (20/9), no Pólo de Informática de
Bangu, Amílcar Brunazo Filho, engenheiro especializado em segurança de dados contratado
pelo PDT, testou sob as vistas do Juiz Eleitoral e demais autoridades quatro
das 1.060 urnas eletrônicas que estão sendo carregadas no local na Avenida Santa
Cruz 116, Bangu.
As quatro apresentaram problemas: o
programa vaudit.exe mostra a tabela de candidatos a deputado estadual de
apenas dois, dos cerca de 20 partidos que estão disputando a eleição. Devido a
gravidade do problema o TSE foi comunicado ontem mesmo do erro.
Veja a carta de Amílcar Brunazo Jr.
ao Fórum do Voto Eletrônico
Nas urnas eletrônicas que estão sendo carregadas no
estado do Rio de
Janeiro foi constatado que o programa chamado Validador Pré-Eleição
apresentou um erro quando se executa a função 4 (listar candidatos) do seu
menu principal.
Ele NÃO ENCONTRA OS NOMES E FOTOS DOS CANDIDATOS A DEPUTADO ESTADUAL DA
MAIORIA DOS PARTIDOS!
Este programa é executado quando o fiscal de partido solicita que alguma
urna, já carregada com os progamas eleitorais, seja testada (dentro daquela
cota de 3% que os fiscais têm direito a testar conforme o o art. 66 da lei
9.504). O programa verificador é gravado dendro da memória da urnas (flash
interna) durante a carga desta e é lançado (executado) por um disquete
especial chamado V-PRÉ (de Validador Pré-eleição) que deve ser colocado na
urna ANTES do teste ser efetuado.
A função deste programa Validador é VERIFICAR A INTEGRIDADE dos dados e
demais programas das urnas eletrônicas, por isto o seu nome. Este programa
foi criado às pressas no final de agosto de 2002, depois que o PDTimpugnou
os programas apresentados pelo TSE na primeira semana do mês, entre outros
motivos, por que o TSE não havia previsto uma forma dos partidos políticos
conferirem se os programas carregados nas urnas eram os mesmos apresentados
em Brasília.
Assim o programa Validador foi feito de afogadilho e sem os devidos testes.
Passou por nova auditoria dos partidos políticos no início de setembro,
quando o PDT (e me parece que o PSTU também) voltou a impugnar os programas
do sistema eleitoral como um todo, e o programa Validador (contidos nos
arquivos Vaudit.exe e Waudit.exe) especificamente, por que NÃO TINHAM SIDO
AUDITADOS DE FORMA COMPLETA.
Os técnicos dos demais partidos presentes na apresentação dos programas no
TSE (PT e PSDB) também não auditaram nem testaram de forma adequada o
programa validador mas optaram por não se manisfestarem a respeito, dando
seu aval ao trabalho da equipe técnica do TSE. Esta, por sua vez, também
não testou o programa validador de forma completa, como se comprova pelo
erro ora descoberto.
A impugnação dos programas, apresentada pelo PDT, não foi julgada ainda e
mesmo assim os programas impugnados, inclusive o Validador, foram
distribuidos para carga das urnas.
Nas Urnas Eletronicas lá do Rio, quando se pede a opção 4 do menu principal
do programa Validador aparecem as opções de ver os nomes dos candidatos por
cargo, por partido ou individualmente. Digitando as opções desejadas (por
cargo, deputado estadual, partido XX) verificou-se que apenas os candidatos
a deputado ESTADUAL dos partidos 11 (PPB) e 12 (PDT) eram encontrados. Para
todos os demais partidos a tela apresentava 00 (zero) candidatos.
Não sei ainda qual é a natureza nem a abrangência do problema. Não sei se
os partidos ausentes são os mesmos em todos os estados. É necessário
verificar se está ocorrendo o problema em outras unidades da federação, uma
vez que a lista de candidatos é única para cada estado mas diferente entre
estados.
Por isto, eu sugiro que se alerte aos candidatos estaduais que se conheça
para irem LIGEIRO até onde se está carregando as urnas para pedirem que
seja efetuado o teste do programa validador (com disquete V-PRE), escolham
a opção 4 e verifiquem se seu nome e foto aparece.
Se não aparecer a ÚNICA ATITUDE SENSATA É DAR ENTRADA NUMA IMPUGNAÇÃO DE
TODAS AS URNAS DAQUELA ZONA ELEITORAL.
Aliás, é bom saber que as seções de carga da urnas são abetas ao público e
qualquer eleitor pode comparecer e assistir aos testes.
mas, ATENÇÃO:
Lá no Rio, constatado o problema, o TRE jé decidiu sua estratégia para
contorná-lo, e esta estratégia NÃO É CORRIGIR O PROGRAMA que, lembro, já
tinha sido impugado lá em Brasília mas foi distribuido assim mesmo. Eles
decidiram deixar como está com o argumento de que este programa com defeito
NÃO É IMPORTANTE.
Como notou a Dra. Maria Aoparecida Cortiz, a advogada contratada pelo PDT
que assistiu os testes lá no Rio, o argumento deles é mais ou menos assim:
(fazendo sinal de positivo com a mão) - "Tem uns uns defeitinhos nos
programas das urnas, mas o resto que funciona é MUITO BOM! Pode votar
tranquilo!"
(só faltou completar: "La Garantia soy Yo!")
Segundo eles, o programa de votação não tem este problema e procuram
demonstrar isto atraves da chamada à função 5 do menu principal (forçar
programa de votação), o qual imprime um documento chamado zerézima no qual
aparecem os nomes de todos os deputados estaduais, inclusive os que não
aparecem na opção 4 do verificador. Nesta zerézima também aparece impressa
a expressão "auditoria pré-eleição" deixando claro que o programa que está
rodando "sabe" que está sob condição especial de teste e não está numa
votação normal.
Acontece que ao se executar a opção 5 do programa validador, não dá mais
para efetuar a opção 4 pois o sistema é reinicializado automaticamente. Por
isto, o candidato deve insistir que se efetue a opção 4 ANTES da opção 5.
Este argumento de que o programa validador não é importante conflita com o
argumento da própria justiça eleitoral de que o sistema está garantido pela
verificação de integridade que é feito justamente por este próprio
programa. Agora está comprovado que o Validador foi feito sem os cuidados e
testes necessários e que foi "auditado" e aprovado por fiscais ineptos ou,
no mínimo, "dóceis" à Justiça eleitoraL
Eu não sei o que está acontecendo com o povo deste país!
Em 2000, nossas máquinas de votar continham programas secretos os quais,
por isto, haviam sido impugnados. A impugamação ficou engavetada pela
Justiça Eleitoral, a Imprensa foi alertada mas não achou o caso importante
e o eleitor desavisado votou nestas máquinas com programas secretos. Tudio
na base da confiança pessoal.
Agora em 2002, na prática continua havendo programas secretos nas máquinas
de votar, haja visto que os programas do sistema VirtuOS, que é EXECUTADO
DURANTE TODA A VOTAÇÃO, em mais de 350.000 urnas, não foi auditado por
nenhum partido político pois destes foi cobrado R$ 250 mil para poderem
analisar seu código e nenhum deles aceitou pagar. Este motivo (existência
de programas não apresentdos aos partidos e cobrança de alto valor para
poder se auditar) é outro motivo pelo qual o PDT voltou a impugmar os
programas de computador do sistema eleitoral de 2002.
Agara está comprovado que além dos programas invisíveis há, no nosso
sistema eleitoral, programas mal testados e com ERROS. Justamente o
programa que atesta a validade e integridade dos demais!
A justiça eleitoral já sentou em cima da impugnação do PDT e distribuiu os
programas assim mesmo. A imprensa foi alertada e não se manisfestou (como a
justiça eleitoral, parece achar que o "problema não é importante") e o
eleitor brasileiro vai votar, agora, numa máquina que tem programas
secretos e errados ("mas isto não é importante") !
Olha! Cada um tem sua própria conciência, vota quem quiser.
Eu me recuso a declarar meu voto num sistema deste. Não confio na qualidade
e integridade dele.
Volto a lembrar que avisem seus candidatos a deputado estadual a
comparecerem a seções de carga das urnas e pedirem para ser efetuada a
opção 4 do programa validador (com o disquete V-PRÉ) para procurarem a sua
foto.
Eu sei que 99,99% dos candidatos têm medo de enfrentar a justiça eleitoral
e vai abaixar a cabeça e deixar passar mais este falha do sistema. Espero
que ainda existam alguns candidatos que tenham coragem de enfrentar o
"sistema" e não se encurvem diante da soberba e arrogância.
Aceita o sistema quem quiser, impugna quem tiver peito.
[]s ,
Amilcar
"NENHUM
TÉCNICO PRESENTE ANALISOU SEQUER 1% DOS DADOS DISPONÍVEIS"
Olá,
(mensagem longa)
O PSB enviou representantes para assistirem a carga dos programas das urnas aqui na cidade
de Santos.
Os representantes eram o adv. Eder Santana de Oliveira, presidente do diretório municipal
do PSB, o Luiz Ezildo Silva, secretário do mesmo diretório, e eu, Eng. Amilcar Brunazo
Filho.
Comparecemos às Zonas Eleitorais 118 e 272 onde testamos uma urna carregada em cada zona.
Encontramos aqui em Santos os mesmos problemas que haviamos detectado nas urnas do Rio de
Janeiro, ou seja, o programa de AUDITORIA das urnas não consegue apresentar os
nomes e fotos de uma porção candidatos a deputado, quando acionada a sua função 4
(apresentar lista de candidatos).
Houve boa cobertura da imprensa escrita local. Acredito que saia alguma coisa nos jornais
de hoje.
ATENÇÃO: estou falando do programa auditoria das urnas e não do programa de votação e
apuração, o qual não pode ser testado previamente pois só funciona no dia da
eleição. Por este motivo, existe o programa de auditoria que tem a função de atestar a
integridade de todos os dados e programas contidos nas urnas eletrônicas, inclusive de si
próprio. O programa de auditoria é o único que pode ser efetivamente "rodado"
ou testado nas urnas, pelos fiscais dos partidos.
Hoje, dia 26, iremos comparecer à Zona 273, às 8h, para confirmar se o problema ocorre
lá também.
A problema aqui em Santos, na verdade deve ocorrer o mesmo em todo estado de São Paulo,
está um tanto mais grave que no Rio, pois aqui não apareciam NENHUM CANDIDATO A DEPUTADO
ESTADUAL e tambem faltavam os candidatos a federal dos partidos 56, 65 e 70.
Analisando os casos que já tive conhecimento, de Roraima e Piauí onde o problema não
foi encontrado, com os dois casos que presenciei , Rio e SP, já dá para ter uma boa
idéia do que causou todo este problema.
O programa de auditoria das urnas tem uma limitação de memória que estabelece a
quantidade de linhas que ele consegue ler do banco de dados dos candidatos.
Quando a quantidade de candidatos do estado é pequena, ele lê tudo e não apresenta o
problema. Quando a lista é grande, como no Rio e em SP, o programa de auditoria trunca a
leitura no meio e não apresenta a lista completa.
No Rio, o truncamento ocorre depois de lidos, pela ordem, os nomes dos candidatos a
presidente, governador, senador, deputado federal de todos os partidos e os
deputados estaduais dos partidos 11 e 12.
Em SP, como a lista de candidatos é ainda um pouco maior que a do Rio, o truncamento
ocorre um pouco antes, no meio da lista de candidatos a dep. federal, deixando de ler os
nomes dos candidatos dos partidos 56, 65 e 70, além de não encontrar nenhum candidato a
dep. estadual.
Como antecipara o Lut, na lista do Voto-e, acredito que o problema deva ocorrer também no
estado de Minas Gerais. Precisa-se verificar a lista de candidatos por estado (que deve
ter na página do TSE) para se verificar quais são os estados com maior número de
candidatos e descobrir em quais o problema irá aparecer.
Este tipo de problema é causado por três erros de programação muito corriqueiros:
1- A área de memória reservada para receber os dados foi mal dimensionada no programa
fonte.
2- Falta de teste dos programas pelo TSE.
3- Falta de auditoria adequada, pelos partidos políticos, nos programas apresentados para
seu conhecimento.
Para resolver a primeira causa bastaria mudar um ou dois números nas diretrizes de
compilação, contidas no início do programa fonte, que estabelece o tamanho desta área
de dados, reservando área maior, e recompilar o programa que o problema seria corrigido.
Para resolver a segunda causa do problema, os técnicos da secretaria de informática do
TSE teriam que diminuir seu nivel de arrogância e auto-suficiência e passar a dar
ouvidos às sugestões dos auditores externos que tem capacidade de avaliação.
Em agosto de 2000 (eu disse 2000 e não 2002) o PDT havia apresentado a sugestão ao TSE
de se criar uma forma de auditoria nas urnas prontas para que os partidos pudessem
conferir se os programas carregados nestas seriam mesmos os originais. A secretaria de
informática do TSE rejeitou a proposta recorrendo até a mentiras ditas em relatórios
oficiais, para convencer os juizes do TSE de que isto era impossível.
Em maio deste ano, 2002, a Unicamp, em seu conhecido relatório, apontou o mesmo problema
a sugeriu medida semelhante a do PDT. Em junho de 2002, o PDT voltou a repetir formalmente
a mesma sugestão à secretaria de informatica do TSE que decidiu ignorar todos estas
sugestões de auditores independentes e em agosto de 2002 apresentou os programas do
sistema eleitoral sem que houvesse uma forma de auditoria que permitisse aos fiscais dos
partidos conferir a carga das urnas.
Diante de nova impugnação apresentada pelo PDT em agosto de 2002 (agora é 2002 mesmo),
a secretaria de informática do TSE decidiu finalmente criar este programa de
"auditoria" que ganhou o nome de VAUDIT.EXE para as urnas modelo 96, 98 e 2000 e
WAUDIT.EXE para as urnas modelo 2002. Com a pressa de resolver a questão em poucos dias,
os programas foram feitos e nem foram testados com os banco de dados de tamanhos
críticos. O problema passou, assim, despercebido pelos próprios programadores.
Ressalte-se que a apresentação de testes "exaustivos" sobre o sistema foi uma
das alegações para o TSE fazer nova apresentação de programas aos partidos em
Setembro.
A terceira causa que levou às urnas receberem um programa de auditoria com defeito é o
baixo nível de exigência feito pelos técnicos que assistem a apresentação dos
programas. De forma geral eles aceitam e VALIDAM tudo que lhes é mostrado mesmo quando
não conseguem avaliar o dados de forma adequada (por falta de tempo ou de recursos
técnicos disponíveis).
Neste ano de 2002, os representantes técnicos presentes à apresentação dos programas
em setembro, no TSE (e que assinaram o lacre dos programas fontes e compilados) eram:
1- Amilcar Brunazo Filho, do PDT
2- Paulo Lindenberg, do PSDB
3- Moacyr Casagrande, do PT
4- Ricardo Custódio, da SBC e UFSC
5- Jeroen Van Der Graaf, da SBC e UFMG
Obs.: o PSTU enviou advogados e não representantes técnicos.
Apenas o PDT e o PSTU apresentaram impugnação aos programas do sistema eleitoral por que
a forna de auditoria que nos foi permitida não era adequada para surtir efeito. O PDT e o
PSTU apresentaram impugnaçao pelos seguintes motivos:
1- o código fonte do programa VirtuOS, que opera em mais de 350 mil urnas eletrônicas,
não esteve disponivel para análise dos partidos. Do PDT foi cobrado R$ 250 mil para que
este código pudesse ser visto durante 3 dias. Nenhum partido aceitou pagar este valor e,
por consequência, nenhum partido analisou ou auditou o seu código.
2- o código do VirtuOS estava pronto e não foi compilado na presença dos fiscais, de
forma que estes não tinham como se assegurar de sua origem e integridade.
3- os programas de auditoria das urnas, VAUDIT.EXE e WAUDIT.EXE, não permitiam uma forma
adequada de conferência dos programas carregados nas urnas eletrônicas pois cria um
círculo vicioso de auto-autenticação (ele endossa a prórpia assinatura). Este é um
furo lógico na segurança do sistema.
4- o prazo de cinco dias concedido aos partidos para avaliar o sistema, é insuficiente
para uma avaliação adequada o que resultou que NENHUMTÉCNICO PRESENTE ANALISOU SEQUER
1% DOS DADOS DISPONÍVEIS.
O defeito encontrado agora no programa de auditoria das urnas é a PROVA QUE OS PROGRAMAS
NÃO FORAM AUDITADOS DE FORMA ADEQUADA. Lembre-se que este programa de auditoria é aquele
que informaria ao fiscal que todos os demais dados e programas das urnas, inclusive o de
apuração dos votos, estariam integros e corretos!
Todos os demais técnicos presentes à apresentação dos programas no TSE optaram por
não se manifestar publicamente sobre o fato de que o sistema não tinha sido auditado de
forma correta e acabaram por dar seu aval público ao sistema.
Por isto, entendo que esta caso do programa de auditoria com erros nas urnas eletrônicas
expõe toda as falhas no processo de produção e auditoria dos programas de computador do
sistema eleitoral brasileiro. O sistema é feito às pressas e a auditoria é
deficiente.... e nós, eleitores, vamos ter que confiar a apuração de nossos votos a
estas máquinas "mal-programadas", que não permitem conferência nem recontagem
dos votos!!!
Vote quem quiser, eu não aceito votar num sistema deste.
[]s ,
Amilcar
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