PDT/RS critica venda de ações do Banrisul

PDT critica venda de ações do Banrisul
Publicada em 30 de julho de 2007

O presidente regional do PDT, Matheus Schmidt, afirmou hoje (30), através de nota pública, a inconformidade da sigla com o procedimento adotado pela governador a Yeda Crusius em relação ao Banrisul. Amanhã, na Bovespa, começa oficialmente a venda de ações do banco gaúcho. Schmidt reitera o compromisso do PDT com o patrimônio público e alerta para o avanço da política neoliberal na administração pública gaúcha, dizendo que a nova forma de governar está enganando a opinião pública, uma vez que a operação não fortalecerá o banco. O governo estadual espera captar R$ 1,2 bilhão dos R$ 2 bilhões previstos no período de reserva, ficando o Banrisul com R$ 800 milhões. A seguir, a íntegra da nota do presidente regional do PDT.






Venda de ações do Banrisul

Nota do PDT


No momento em que o Governo Yeda Crusius atenta contra os interesses do povo rio-grandense, colocando à venda parte substancial dos bens do Banco do Estado do Rio Grande do Sul – Banrisul, o Partido Democrático Trabalhista – PDT, fiel a seus compromissos programáticos e coerente com seu passado de lutas em defesa do patrimônio público, vem repudiar, publicamente, a política neoliberal que tomou conta das esferas governamentais do Estado. Assim, denuncia, por oportuno, a apregoada nova forma de governar, como sendo, no caso, o expediente preparado para enganar a opinião pública, disfarçando a venda descarada de bens como se fosse uma operação de fortalecimento do Banco. Na realidade, o governo não parece preocupado com a potencialização do Banrisul, cujo lucro auferido em 2006 já desapareceu nos escaninhos dos cofres sem fundo do Tesouro Estadual. As atenções dos “economistas” que assumiram o poder no Rio Grande do Sul estão mais voltadas para os quase dois bilhões de reais que o Banco pode lhe s proporcionar.

O PDT expressa sua confiança na Colenda Assembléia Legislativa, no pressuposto de que saberá conter a insensatez do Executivo, evitando que o Banco do Estado deixe de exercer as funções para as quais foi criado, para ser apenas mais um banco destes da ciranda financeira existente em nosso País.


Porto Alegre, 30 de julho de 2007.

MATHEUS SCHMIDT

Site PDT/RS