O Brasil foi o único país a abolir de forma radical o voto tradicional. A
partir do pleito de 2002, do cadastro de eleitores à totalização de votos, tudo será
infomatizado. Para um país com enormes desigualdades sociais, tal revolução
tecnológica soa no mínimo estranho. Por que as grandes potências mundiais não aderiram
a tal modernidade? Peritos norte-americanos rechaçaram a implantação do sistema nos
EEUU. Simplesmente por não ser seguro o bastante para garantir a vontade do eleitor, em
suma, não garantir a democracia. O PDT defende o aperfeiçoamento da urna eletrônica,
para que as votações não caiam em suspeição. Para que o sistema se torne mais
transparente é preciso a implementação da possibilidade de recontagem total de votos e
da impressão do voto eletrônico em todo o país. O TSE apenas vai aplicar a impressão
em uma porcentagem ínfima do eleitorado. Isso inviabiliza a recontagem e verificação de
eventuais fraudes.
O partido vem realizando diversos estudos, com os melhores
profissionais brasileiros que alertam para o perigo latente de fraude, já que o sistema
insiste na obscuridade. Furando o cerco da grande imprensa, que não reporta o grande
risco existente na imaterialidade do voto eletrônico, disponibilizamos uma série de
matérias e artigos a seguir para alertamos ao internauta do grande risco do voto
eletrônico, tal como ele se encontra.